sexta-feira, 29 de maio de 2015

Como agiria um NÃO CODEPENDENTE?

Por Kel.

Atualmente sou contra rótulos, mas as vezes precisamos deles para nos explicarmos, até mesmo para assimilarmos algumas coisas.

Então em um relacionamento com um adicto, como uma pessoa que não se torna codependente agiria?

Ao descobrir que seu ente querido usa drogas e está tendo problemas com isso, ela não iria julga-lo e nem carrega-lo no colo.

Essa pessoa expressaria seus sentimentos em relação a situação de forma serena, dizendo ao seu familiar que ele não está sozinho, se precisar de ajuda pode contar, mas também que ele entenda que a ajuda não será como ele quer, mais como precisa ser.

Essa pessoa permitiria que seu familiar sofresse as consequências de suas escolhas, pois ela tem um senso de justiça muito bem desenvolvido.

Ela não sentiria ódio, ela não sentiria pena, ela sentiria amor e compaixão.

Ela jamais perderia a esperança.

Ela jamais abriria mão da própria vida pra salva-lo.

Ela estaria de pé, forte e cheia de fé quando realmente precisassem dela.

Ela aceitaria a sua impotência perante a vida, e por mais triste que os caminhos se tornassem ela ainda assim encontraria alegria e amor em seu coração para continuar.

Porque ela tem certeza que nada, exatamente nada acontece por acaso, e tudo se torna aprendizado.

Fiquem com Deus

Namastê

7 comentários:

  1. É... deveria ser assim, mas não acredito haja um ser dessa benevolência!!!
    Ainda que houvesse alguém assim... será que ela seria assim, durante o curto prazo de abstinência de um adicto na ativa? Ao qual criam brigas, ficam irritadiços... até partem para a violência...
    Até que ponto essa pessoa iria aguentar, sem se tornar um code???
    Ou simplesmente vendo que a pessoa não desperta... não muda, cai fora...
    Sei lá... complicadooooo

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  2. Kkkkk foi justamente por isso wue escrevi esse post pra quem acha fácil não se envolver emocionalmente..rs bjo.nega

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  3. Hoje consigo ver as escolhas do outro com mais serenidade e sinceramente não me sinto culpada em me afastar quando a chama da insanidade alheia aumenta... Prefiro olhar e orar de longe aoe queimar outra vez.

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  4. Hoje consigo ver as escolhas do outro com mais serenidade e sinceramente não me sinto culpada em me afastar quando a chama da insanidade alheia aumenta... Prefiro olhar e orar de longe aoe queimar outra vez.

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  5. Depois de ter sido uma supercoda... rs... estou exatamente assim... felizmente mudei... Mas para isso precisei sim me afastar... Não porque junto dele me tornaria coda novamente, mas porque não vejo esperança de futuro entre nós... estou bem melhor assim...

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  6. Concordo com vcs Cici e E....de nada Tânia...tamujunto :)

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