sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Liberdade e a lei...

Ontem eu estava pensando sobre isso....sobre até aonde a lei realmente pode nos tirar a liberdade, não estou dizendo que estou certa ou errada, apenas tentando pensar por mim mesma.

Até aonde uma lei tem o direito de dizer o que devo ou não fazer?

No mundo existem leis que punem adultérios, homossexualidade, que obrigam mulheres a viverem como escravas....é um assunto muito complexo.

Ao ditar uma lei eu tiro a liberdade de alguém, ok as leis são necessárias óbvio senão viveríamos em meio a selvageria, é nesse ponto que quero chegar.

Talvez as leis só deveriam interferir no que se diz respeito há afetar o outro, aos outros...

Minha liberdade termina quando começa a do outro certo? É parece que sim

Sou livre pra escolher o que devo fazer com meu corpo? É parece que também deveria ser assim

Sou livre pra fazer o que quiser desde que essa atitude não prejudique o outro.

Porque proíbem as drogas e liberam tantas outras coisas que também fazem mal as pessoas?

Porque alguém que escolhe cheirar é discriminado e alguém que come excessivamente não?

Porque existe propaganda de bebida alcoólica?

Porque estimulam a busca pelo corpo perfeito e permitem que mulheres se submetam a vários procedimentos cirúrgicos desnecessários correndo risco de morte?

Porque fabricam alimentos com produtos nocivos a saúde, fazem propaganda e incentivam o consumo?

Porque eu simplesmente não posso escolher o que fazer com meu corpo?

Porque proibir somente parte de substâncias que causam mau a saúde?

Não sei...está na hora de rever alguns conceitos!!!


3 comentários:

  1. Talvez porque a droga não prejudica apenas quem a usa (como no caso das cirurgias estéticas ou comida, por exemplo). Dependendo da droga a pessoa faz qualquer coisa para obtê-la, aumentando assim a violência, roubos, etc. Essa seria a lógica para ser proibido, mas é claro que na prática proibir não está resolvendo nada, pois o acesso é livre do mesmo jeito. Quem deveria estar impedindo que a droga passasse na fronteira, ou que fosse vendida nas ruas, na verdade está fazendo vista grossa e lucrando com isso. Aí fica difícil...

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    1. é se encarado como doença e fornecido como medicamento...rs..ai a violência acabaria....igual camisinha distribuída em postos...talvez só atinja os demais por causa justamente dessa proibição....

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  2. Não dá para ser distribuído como medicamento porque não é medicamento. Pode até deixar de ser proibido, mas dar de graça não. Aí o Brasil ia virar piada de vez... Falta educação, falta saúde, falta médico, falta remédio nos postos, falta tudo, mas droga tem de graça pro povo se esbanjar? Não dá ne, ridículo. Diante da realidade que temos, oferecer droga mas não oferecer outra alternativa bem melhor... as pessoas vão pras drogas mais ainda. Não vão ter que se preocupar em arrumar dinheiro, não terão que se preocupar em traficante ameaçando, nada. É só pegar no posto, levar pra casa e usar de boa. Acabou, pega mais... Que isso... Talvez essa estratégia não tenha sido um fracasso em países desenvolvidos porque lá as pessoas tem outras opções. Tem oportunidade de ter uma vida boa, salários justos, qualidade de vida...

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