sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

ENQUANTO OS LAÇOS QUE NOS UNEM FOREM MAIS FORTES DO QUE OS QUE NOS SEPARAM CAMINHAREMOS JUNTOS



Gente eu viajo em meus pensamentos..eu me questiono o porque de tanta coisa, e parece que agora tenho conseguido me escutar...sim ME escutar, tenho conseguido achar as respostas dentro de mim...parei de querer buscar fora a "solução" pro meus problemas que no inicio era a dependência quimica de meu marido e depois passou a ser o furacão de emoções e pensamentos que haviam tomado conta da minha vida.

Quantas promessas já fiz a mim mesma: Á próxima vez que ele usar eu vou embora...

Quantas promessas eu já fiz a ele: se você usar eu vou embora

Eu sempre volto, me questionava e me cobrava demais porque eu hajo assim?

Porque sou codependente? Porque o amo? Porque não me amo?

Afinal o que me leva a aceitar viver dessa forma um relacionamento uma vida?

Será que eu não enxergo outra saída?? E acho que devo viver assim?

O Poder Superior sabe das coisas, a tal terapia, pro meu autoconhecimento, só veio ser possível, depois que eu aceitasse completamente a minha impotência, depois que eu me rendesse e entregasse a minha vida e minhas vontades a um poder maior do que eu, depois que eu confiasse completamente nesse poder e que sim eu tivesse a certeza de que o melhor será feito, não do jeito que quero mais do jeito que preciso...

Quando finalmente eu interiorizei os 3 primeiros passos, eu agora sim ganhei o direito de me conhecer, de me autoconhecer, porque agora eu faço isso por mim, não pra ajuda-lo, não pra aprender a conviver com ele...apenas por mim, pra me auxiliar nessa escola chamada vida...acredito que passei de ano...rs

Ele continua na ativa, não se rendeu e eu ainda estou com ele, porque finalmente eu aprendi a separar a vida dele da minha

Eu aprendi a amar sem querer modificar

Eu aprendi a me amar e a respeitar meus limites SEM CULPAS E SEM AUTOENGANO.

Hoje eu sei aonde eu piso, não me iludo, a triste realidade dessa doença, me entristece, mais não me assusta, não me apavora..não me faz querer fazer o que não cabe a mim fazer.

Hoje a minha recuperação me ensina a olhar pra mim e buscar as respostas dentro de mim, eu não preciso viver conectada 24 horas por dia a grupos de auto ajuda...eu preciso ir lá e tomar meu remédio...mais não me internar.

Eu preciso e devo VIVER...

Hoje estou segura pra decidir a minha vida, da forma que me convir decidir.

Eu me amo, eu o amo e ficaremos juntos enquanto os laços que nos unirem forem mais fortes do que aqueles que nos separam.

Estando na ativa, estando em recuperação...essa não é a questão...que decidirá o futuro do nosso amor

Boa caminhada a vocês...e lembrem-se sempre BUSQUEM AJUDA

o consumo de Álcool só aumenta, porque será?

Bom dia galera!!

Com o carnaval chegando, alguns assuntos começam a ser mais abordados que de costume, um deles é sobre o álcool.
Tenho visto e lido algumas reportagens, estão falando muito sobre o consumo de álcool na adolescência e indicando o alto índice de mortes causadas diretas e indiretamente por essa droga lícita.
Então pra entenderem o porque o consumo tem aumentado tanto, principalmente entre adolescentes e mulheres, começam a questionar, por que as pessoas bebem?

Leio respostas como: tem dificuldades de relacionamento, timidez, baixo autoestima...etc...etc...etc..

Nada se fala que a pessoa bebe porque quer curtir um barato,  ser feliz. ficar "locão", simplesmente se soltar.

As pessoas ouvem falar dos malefícios, mais ainda assim o aumento do consumo é cada vez maior.

Será que temos um país com pessoas que tem problemas de relacionamento, tímidas, com baixo auto estima...etc...etc??

Será que o fato de cenas como estas nos serem apresentadas diariamente, nada tem haver com esse aumento?








Nossa cultura, nos incentiva a consumir álcool

Nossa cultura nos mostra como podemos ser lindos e felizes bebendo  álcool

Será que realmente o maior problema são as pessoas com problemas de relacionamento, timidas e com baixo auto estima, que tem feito o consumo do álcool aumentar cada vez mais e mais??

Bom carnaval galera..!!!..fui

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

TÃO EU.....

COISAS MARAVILHOSAS ACONTECENDO...FELIZ..MINHA TRILHA SONORA..UHUUU



Não vou viver, como alguém que só espera um novo amor
Há outras coisas no caminho onde eu vou
As vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus, e que não abro mão
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar, e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora

Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
Eu vou lembrar você

É mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar, e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora

Vou deixar a rua me levar

no final qual é o foco:DINHEIRO, PODER E SEXO



Bom dia galera!!

Conversando com uma amiga, ela estava relatando que o curso de engenharia civil que ela faz, mudou a grade de forma que segurassem os alunos durante o maior tempo possível, visando o lucro que esses trariam para a instituição, é sabido que geralmente os cursos de engenharia chegam ao final com menos da metade dos alunos devido a dificuldade das matérias, e o que essa faculdade fez, jogou as matérias mais difíceis pro quarto ano, prejudicando o desenvolvimento do conteúdo aplicado.
Como o professor dessa matéria relatou, infelizmente ele não pode dar todo o conteúdo, tem que "pegar leve" senão ninguém acompanha, resultado profissionais não capacitados se formando

Minha cunhada que é professora da rede pública, diz que no 5ºano do ensino básico, ela dá matéria de 2º ano, pois os alunos não conseguem acompanhar, devido a lei que dificulta a reprovação do aluno.

Imagino que incentivar um mundo com pessoas ignorantes, não é vantajoso, visto que essas pessoas irão direcionar a história, decidir, tomar novos rumos

Então perguntamos, que planeta deixamos aos nossos filhos?

Complicado, então vou além e me questiono pra que isso?

Quem em sã consciência acha realmente isso vantajoso, quem leva vantagem?

Qual a finalidade?

Bom, as pessoas interessadas nessa "cadeia" querem uma só coisa DINHEIRO

Pra que?

Pra viver com conforto, ter status e poder

Pra que?

Pra satisfazer todos os seus desejos, íntimos o que na maioria sempre tem o SEXO no meio

Ai quando dizem que pra melhorar tem que piorar muito ainda, sou obrigada a concordar, pois enquanto essas pessoas que estão em cima dessa cadeia, não sofrerem na pele as consequências desses atos egoistas, não tem porque mudar...

Enquanto isso a sociedade vive assim, se debatendo pra não morrer afogada dentre tantas desigualdades, há quem não suporta e corre por fora pra alcançar o topo da cadeia, o que gera violência, mortes, pessoas adoecidas...

Bem vindos ao mundo em que vivemos

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Como Pode?

Gente..como pode??

Olha eu não sinto raiva, não brigo mais...porém sinceramente isso ainda me deixa PASMA...como pode??

Fiquei sabendo pela minha cunhada...que O PAI DO JOÃO, ACHA QUE ELE ESTÁ ÓTIMO E QUE EUUUU EXAGERO...

Bom a mãe é o de SEMPRE...ACREDITA QUE UM DIA O ESPIRITO RUIM VAI CAIR... E SE NÃO CAIR DEUS FARÁ UMA OBRA MATARÁ O FILHO DELA PRA QUE ELE NOS DEIXE EM PAZ

Enquanto isso...mais uma vida se perde pras drogas, mais duas crianças correm seriamente riscos de não terem um pai...

MAIS UMA VEZ O ORGULHO E A FALTA DE HUMILDADE VENCEM

O QUERER SEMPRE SERÁ DO ADICTO....

MAAAAAASS CABE A FAMÍLIA...TENTAR AO MENOS AGIR ASSERTIVAMENTE PARA AUXILIA-LO

COMO PODE?

surto Psicótico




Bom dia Galera...

Por aqui tudo bem...comigo...com ele...ta como se diz...aprisionado na própria mente e a cada dia que passa enxergo nitidamente as consequências do uso de drogas em seu organismo, arrisco a dizer que ele está tendo surtos psicóticos...

Definição da Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Surto_psic%C3%B3tico)

Surto Psicótico é um episódio de desorganização da representação da realidade, desencadeado diante de uma vivência não significável a partir dos recursos representativospossuídos pelo indivíduo, desenvolvidos em um momento crítico da neurogênese naprimeira infância. Afim de poder entender uma vivência que se mostrou irrepresentável psiquicamente, uma busca por padrões concebíveis é tentada, sem sucesso, pelo sistema nervoso da pessoa, que leva a contínuas mudanças de representações perceptivas em busca de formas um pouco mais estáveis, que lhe permita reconhecer e se relacionar com a realidade.
Os padrões psíquicos reconstruídos com frequência fogem àsrepresentações socialmente difundidas, fazendo com que os comportamentos verbais e não-verbais apresentados pelo psicótico com causem estranhamento e incompreensão até às pessoas próximas.
Começar o tratamento nos primeiros surtos evita sérias complicações e agravamento da psicose. Quanto mais cedo começarem o tratamento melhor o prognóstico do paciente.

Gente é tão complicado...como convencer um "doido" de que ele está doido?..uma piadinha pra descontrair

A família continua na negação, até quando?

Até algum deles sofrer uma grave consequência de um ato dele?

Eu faço o que posso, tento me equilibrar nessa corda bamba!!

Não vou e não posso entrar no estado "desespero" e começar a cobrar atitude de todos, preciso me concentrar em mim...somente em mim, pra saber agir....

O surto psicótico que eu falo, não é de uma pessoa gritando e agredindo aos outros, é a interpretação totalmente distorcida da realidade, um sorriso se torna tiração de sarro...uma fala mais "seca" significa você não presta...

Eu não fico mais me policiando em ter que ser forte ao falar com ele...tento sim ser clara quanto aos meus sentimentos e expor de forma serena...mais não escondo...se não gosto...se não quero...

E finalmente minha terapia sai...torçam ai por mim..bjus


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

familia e Adicção




Bom dia galera!!

Esses dias aconteceram algumas coisas que eu consegui olhar de uma maneira diferente, situações as quais sempre se repetiram, mais hoje consigo olhar sem misturar sentimentos como a raiva, a culpa, a magoa.

Esse final de semana meu filho dormiu na avó, o Dú estava lá e pode ficar com ele, embora ele esteja indo a sala de NA, a igreja, a doença dele não tem cura e sinceramente ele ainda nem desintoxicou, deve estar há uns 10 dias limpo, ou se minha desconfiança se confirmar, a menos de 24 horas.
Ele não tem equilíbrio emocional algum pra enfrentar as situações da vida, sim os defeitos de caráter são dele, porém com a doença da adicção, modificando o seu cérebro fisicamente(produzindo hormônios descontroladamente, o levando da euforia à depressão) isso o faz ser uma pessoa muito difícil de se conviver, comparando-se a um adolescente mimado, birrento, e nervosinho, esse é ele hoje.
A recuperação virá se ele primeiro ficar limpo e depois passar a trabalhar sua mudança interior, melhorando os defeitos e trabalhando suas qualidades, mas enquanto isso não acontece..sim a família tem que estar preparada para lidar com as situações que iremos enfrentar.

Domingo ele deu uma crise de ciúmes e começou a remoer magoas da sua segunda internação dizendo que eu o trancafiei lá, sendo que ele foi por vontade própria e me implorou pra interna-lo, como aprendi que não adianta discutir com quem tem cabeça feita, eu o relembrei do pedido dele, o que não adiantou nada e ignorei...segui o conselho de uma senhora que certa vez me disse assim: Se vc perceber que não tem conversa com ele, apenas diga, se vc se acha com a razão pois então fique com ela e com sua consciência, porque eu não discuto mais esse assunto e fica quieta, sai de perto se preciso...foi o que fiz...fiquei quieta...e rezei muito pro PS não deixar a raiva tomar conta de mim, pq essas horas me da vontade de da umas palmadas..kkk..deu certo...passou e o resto do domingo seguiu tranquilo, embora eu visse no olhar dele a insatisfação com a própria vida..sinais de depressão, sinais da doença desequilíbrio dos hormônios no cérebro..enfim...entrego o que não cabe a mim resolver...nas mãos do PS.
Tenho levado meu filho para fazer acompanhamento psicológico, e ontem foi sua última consulta, fiquei feliz e aliviada, o parecer da psicologa foi: seu filho é um menino muito carinhoso, comunicativo, obedece as regras, não apresenta sinais de "traumas", a dificuldade que ele tem de explicar os acontecimentos é pq realmente ele não sabe explicar, o que faz parte da faixa etária dele, ele explica do jeito dele, contei sobre umas mentiras que ele andou contando na escola e pra mim..tipo ele cortou o cabelo dele e falou que foi um amiguinho, ela também me disse que isso faz parte dessa fase, eles não querem de forma alguma perder o que eles gostam, então se for preciso mentir pra mãe, pra professora pra não sofrer uma punição eles vão até as últimas consequências, só quando não tiver jeito que vão confessar..(pensei caraca mais já assim..kkk..isso pq vcs não presenciaram a encenação na escola tudo pra que eu não fosse falar com a professora dele, digno de Oscar)...e que uma forma de conquistar a confiança dele, pra que ele conte a verdade sem medos e ensina-lo a assumir as consequências dos seus atos  conversando como ela disse sempre que possível, claro que existirão situações que não terão como..mas que ao invés de eu castiga-lo sempre na sequência de uma "arte" que eu converse com ele, explique pra ele o porque não se deve fazer tal coisa e avise da próxima vez vc ficará sem isso ou aquilo...e se ele repetir a "arte" ai sim...que eu o castigue..dar um voto de confiança pra que ele confie em mim. No mais ela me deu os parabéns, disse que eu estou dando uma excelente educação a ele, que todos na clinica adoram ele e que por enquanto ela não vê necessidade de continuar com um acompanhamento, mas se caso eu sinta alguma dificuldade e quiser retornar que eu fique a vontade.
Pois bem, depois de chegar do psicologo liguei pra avó dele, pra avisar que ele não ia dormir na casa dela (foi o castigo que dei pelas mentiras), ela não gostou muito, mas como ela disse me respeita como mãe, eu a deixei a vontade se quiser leva-lo pra passear, porém dormir nesse feriado não, pois foi uma consequência de um ato dele...e conversando com ela sobre alguns comportamentos do Kauan, ela me disse, não sei o que acontece ele fica muito agitado e diferente quando o pai está por perto...eu falei, normal quem é que não fica...eu fico, a Laís fica todos quando estão ao lado do seu filho e ele está "em crise" ficamos agitados, então ela me contou que o Du queria de qualquer jeito pentear o cabelho do filho e que ele não queria, ela me disse com essas palavras: O que me assustou é que o Kauan não procurou apoio em mim, foi se esconder debaixo da mesa.
Respondi a ela:
O que acontece é que na cabeça do Du, e ele não está errado, quem deve criar e educar somos Eu e Ele, PORÉM ele não tem equilíbrio emocional algum pra educar ninguém, então ele não respeita a senhora, ele não respeita ninguém a não ser a mim quando diz respeito as crianças, comigo ele não faz essas coisas, pq ele sabe que eu não vou permitir.
Ela disse que não vai mais levar os netos pra lá quando ele estiver lá, eu concordei e disse que fazia muito bem, e que eu também não gostaria que fosse assim já que ele não está apresentando condições para isso, então quando ela pegar os netos irá pra casa da minha cunhada.

Complicado a situação...o pai só pode conviver com os filhos se for na minha presença ou de uma assistente social, porque nem os avós ele respeita.

Tudo consequência de sua doença, que o deixa a cada dia mais cego.

Eu continuo a entregar nas mãos de Deus e só permitir nosso contato caso ele esteja frequentando NA e indo a Igreja...até quem sabe um dia ele voltar por ele, ou ele tomar de vez outro caminho e seguir sua vida sozinho.

A escolha agora ta na mão de quem sempre deveria ter estado: NAS MÃOS DELE.

Ele escolhe...ou muda o rumo de sua caminhada, ou vai sozinho...pq a cada dia que passa eu continuo firme e forte caminhando em busca da minha paz, da minha felicidade, dos meus sonhos...

Fiquem com Deus

  

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

dor..dor...e Dor






Quem gosta de sentir dor?

Assisti a uma palestra domingo, que mais uma vez, muito oportuno o tema, já tinha ouvido coisas parecidas, em outros locais, mas essa me tocou de uma forma mais profunda digamos

Pra que serve a dor?

Tanto a dor física ou emocional serve pra nos alertar que algo não vai bem e que precisamos prestar atenção nos motivos que nos levam a senti-la e assim buscar meios para sana-la.

A dor física, geralmente nos mostra que andamos descuidando de nossa saúde, então quando o "alerta: dor" da sinais, passamos a nos cuidar melhor e nos tratamos para eliminar a dor.

E quando essa dor, é uma dor moral ou emocional?

E quando essa dor é ocasionada por atitudes de outras pessoas, como ameniza-las?

Partindo do ponto que NÃO PODEMOS MODIFICAR O OUTRO SOMENTE A NÓS MESMOS, precisamos nos questionar porque essa atitude, essa situação, esse problema tanto dói em mim?

Geralmente encontraremos essas respostas:

Não aceitação
Revolta
Inconformismo
Desanimo
Cansaço

E se caso nos encontrarmos vivenciando esses estágios, a dor só vai aumentando se tornando cada dia mais insuportável.

A dor, ela vem para nos ensinar, para nos alertar que estamos no caminho errado

Nosso mundo é imperfeito, portanto é ilusão imaginar uma felicidade plena, se alguém vivencia algo parecido pode estar na inércia, na inutilidade, não está crescendo como ser humano

A vida é feita de momentos.

Momentos felizes e momentos tristes

Cabe a nós escolhermos se vamos nos esforçar para viver mais um do que o outro

Então nos questionamos e quando a dor vem e não temos forças pra reagir?

Lembre-se, nossa dor tem o tamanho que damos a ela.

Não é fácil aprender a amenizar, requer grande esforço em se autoconhecer e humildade em se modificar, mais não é impossível..afinal pra isso estamos aqui, pra nos aperfeiçoarmos como seres humanos, aprendendo a amar incondicionalmente.

No mundo não existe quem saiba realmente amar incondicionalmente seu próximo como a ti mesmo, lembre-se teu próximo é todo ser que respira, sem julgamentos.
Se pensas que sim tem amor demais em seu coração e ama a todos incondicionalmente e nada mais tem a aprender, se questione quando assiste a casos de violência, assassinatos, consegue sentir compaixão pelo infrator?

Continuemos na nossa caminhada, de mãos dadas, lutando para crescer e aprendermos a real dimensão do AMOR..assim aprendendo a amenizar a NOSSA dor.

Do não JULGAR

E quando a dor te visitar, tente se acalmar e pergunte pra ela:

Ei dor o que você veio me ensinar?


Um bom dia e fiquem com Deus, ótimo inicio de semana...

sábado, 22 de fevereiro de 2014

abandonei o papel de JOANA D' ARC




Oiiiiiii

Tô trabalhando hoje...compensação do carnaval, os filhos estão divididos com as duas avós..kkk...pq os dois são um furacãozinho...haja energia...kkk assim fica mais leve

Noticias do Homi..rs..ta indo ao NA e a Igreja....segundo ele o que o levou a ir nesses grupos, além da "pressão" ou vai ou até nunca mais...rs..foi o fato dele achar que podia tomar cerveja, pq ele gosta de beber cerveja, pra ele, beber cerveja tem haver com felicidade, lembra momentos bons, ele nunca bebeu até cair, sempre bebe umas garrafas e fica "di boa", volta pra casa e tals...(bom isso é verdade, nunca vi ele passar mau por causa de cerveja, toda vez quem ficava ruim era eu...rs) mas que infelizmente na quinta retrasada, quando ele quis parar pra beber, ele só foi parar de usar drogas depois de gastar o salário todo e ficar perambulando por ai...se ferrou..perdeu o controle...e por isso agora ele quer buscar uma forma de ficar bem, e já que todo mundo vai no NA né fazer o que ele tb  vai (assim ele disse)..kkkk

Bom que continue voltando...pq senão ele sabe que os caminhos que escolhi pra mim, ou que procuro escolher é atrás do tal por do sol lindo que cito ai na introdução do blog...e não a fossa onde a adicção irá leva-lo.

Confesso, dói demais e é muito difícil quando vemos o caminho de escolha de quem amamos e sabemos aonde isso irá o levar.

Sabemos que é loucura ir junto, e dói demais saber que eles estão cegos andando em uma trilha de lama e o pior enxergando uma trilha de ouro..cegos..iludidos..

Nessa hora é preciso muita força, pra permanecer em nossa estrada e não ir atrás pra trazer amarrado de volta.

É preciso muita força, pra não sentir raiva e desespero.

É preciso muita força, pra olhar pro nosso caminho e de cabeça erguida seguir encontrando motivos pra sorrir.

SÓ QUEM VIVE ENTENDE DO QUE ESTOU FALANDO.

Sentir raiva, era uma defesa minha, ao sentir raiva do "Homi" eu desligava meu amor por ele, a sua autodestruição não me afetava tanto.

Porém a raiva que eu tentava alimentar nunca conseguiu substituir o amor, então eu sofria demais, sofria por ver quem eu amo se matar, sofria por alimentar um sentimento ruim maltratando o meu coração.

Era só sofrimento...eu não tenho vocação pra "martir" nunca tive....detesto quando alguém diz pra mim...nossa heim vc é fodaaa...isso que é mulher...pq eu não sou feliz assim e nunca fui...

Eu sempre fui muito passiva, em relação aos meus desejos perante os desejos dos outros, sempre os outros tinham mais "direitos" do que eu...eu me sentia triste por isso...mesmo sendo considerada a "boazinha"..na minha cabeça pensava boazinha o caraL&¨%...seu folgado...mais não sabia me expressar....

Uma vez aconteceu algo engraçado acho q já contei no blog...mais vou repetir...em um final de ano, minha família alugou um sitio, todas as tias as "primaiadas" juntas, uma festa.
Na hora de dormir tinha uma tia minha que roncava e ninguém queria dormir com ela..como a tonta da Rachel a "boazinha" não reclamava nunca, lembro como se fosse hoje....as tias foram questionando aos primos vc dorme coma  tia? E as respostas eram: "eu não".."durmo la fora mais não durmo com ela"..."pq eu dorme vc".
Pensei...jaja chega minha mãe e diz a Rá dorme....dessa vez estava decidida a dizer..durmo o CAR%@@..kkkk

Então como dito chegou minha mãe, respondendo por mim: A Rá dorme com a tia...viu Rá olha vc vai dormir coma  tia Maria tá...

Eu com lágrimas nos olhos de raiva (kkk olha o drama, só pra não dizer o cara%$@#) respondi pq eu?
Ninguém quer dormir pq EUUU tenho que dormir...a TROXA da Rachel que aceita tudo...EU NÃO VOU DORMI, DURMO AQUI NO SOFÁ MAIS NÃO VOU DORMI.

Minha mãe: Fala baixo a tia Maria vai ficar chateada

Eu: Há problema dela...

Aquele dia foi uma vitória...pra mim..kkkk..sinceramente eu não ligava de dormir ao lado da minha tia...o que me deixou PUTA...foi que pq eu era boazinha tinha que fazer o que ninguém queria fazer...

Hoje enxergo um dos meus problemas além na necessidade de aceitação era a passividade, e não a necessidade de ser a "martir"...

Há quem dormiu com a tia que ronca foi minha mãe..kkk...

E só por hoje galera, eu busco ser uma pessoa melhor e justa primeiramente comigo mesma e depois com o outro

Digo primeiramente comigo mesma, pq ninguém dá o que não tem, e se eu não me amar, como amarei ao meu próximo..lembrem-se do ensinamento de Cristo

Amar ao próximo como a TI MESMO.

Não lemos essas últimas palavras devido ao nosso "ego" elevado...então achamos que devemos ser a Joana Darc (CLIQUE AQUI PRA SABER UM POUCO DA HISTÓRIA DE JOANA D' ARC)

Só por hoje, eu quero ser a Rachel...a salvadora de si própria...como um dia me disseram: menina você quer salvar o mundo e esquece que mau conseguimos nos salvar

Com ajuda do Poder Superior SEMPRE...e de todos vcs...

EU SEGURO A MINHA MÃO NA SUA E UNO MEU CORAÇÃO AO SEU, PARA QUE JUNTOS POSSAMOS SER AQUILO QUE SOZINHO EU NÃO CONSIGO



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

espelhos



Olá galera, boa tarde!!

Tô no corre geral..kkk

Gente, como abordei no post anterior, o texto que eu li me fez refletir sobre um comportamento meu, serviu de espelho, esse trecho em especifico, me vi ai, e ai vi os defeitos das pessoas que me incomodam e como dizem que "nosso inimigo é nosso espelho" ficou mais claro do que nunca pra mim que essa é uma característica minha.

"Mas esta não era a causa integral da nossa falha. Depois de meses, eu percebi que o problema estava principalmente em mim. Eu havia me tornado muito agressivo, muito dono da verdade. Eu falava muito da minha súbita experiência espiritual, como se fosse alguma coisa muito fora de série. Eu desempenhava o duplo papel de professor e pregador. Nas minhas exortações, eu me esquecia completamente do lado médico da nossa doença e negligenciava o aspecto da necessidade de profunda deflação do ego, tão enfatizado por William James. Nós não estávamos usando a marreta médica, que o Dr.Silkworth tão providencialmente nos havia dado."

Pois bem, de ontem pra hoje tive 3 oportunidades de vivenciar situações aonde pude tentar lidar com esse meu ego....em uma longa conversa com meu pai, em um esclarecimento na escola de meu filho e hoje em uma reunião de quase quatro horas....

O que conclui com essas experiências...bom enquanto eu não posso ser assertiva...vou ou fingir demência ou ser sínica..kkkkk..pra não dizer falsa...

Porque ainda sinceramente existem situações as quais eu não compreendo, e se eu expor como realmente sou vou "afetar" o outro, e se me calar totalmente serei "afetada" passivamente...

Então meu bom humor achou duas soluções por enquanto

Fingir demência e usar um pouco de cinismo em algumas conversas..kkkk

Claro que não vou me conformar em agir assim pelo resto da vida...kkkk

Continuo em busca da minha melhorara como pessoa

Um enorme abraço e um ótimo fina de semana

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

o Início



Bom dia Galera!!


Comigo tudo normal...segue pra vcs um texto muito interessante, que um tempo atrás eu já havia lido, mais que talvez ainda existissem vendas que não me permitiam enxergar uma lição, e uma amiga querida me mandou esse link e ao reler enxerguei algumas coisas que lá atrás eu não conseguia compreender...depois eu formulo melhor quais aprendizados foram esses....deixe-me vivencia-los primeiro...

Um grande abraço e fiquem com Deus

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   Membros de AA vivem perguntando: “De onde surgiram os 12 Passos?”. Em última análise, talvez ninguém saiba. No entanto, alguns dos acontecimentos que levaram à sua formulação, estão tão claros para mim, como se tivessem acontecido ontem.
  No que se refere à sua origem humana, os principais canais de inspiração para os nossos Passos foram em número de três – os Grupos Oxford, o Dr. William D. Silkworth do Towns Hospital e o famoso psicologista William James, chamado por alguns de pai da psicologia moderna. A história de como estes canais de influência se encontraram e de como eles levaram a se escrever os nossos 12 Passos é excitante e em alguns aspectos inequívocos, inacreditável.
  Muitos de nós lembram-se dos Grupos Oxford como um movimento evangelizador que floresceu nos anos 20 e início dos 30, liderados por um ex-pastor luterano, Dr. Frank Buchman. Os Grupos Oxford daqueles tempos enfatizavam fortemente o trabalho pessoal de um membro com o outro. O décimo-segundo Passo de AA originou-se naquela prática vital. A espinha moral dos Grupos Oxford era honestidade absoluta, pureza absoluta, altruísmo absoluto e amor absoluto. Eles também praticavam um tipo de confissão, que eles chamavam de “compartilhamento”. A reparação por danos causados, eles chamavam de “restituição”. Eles acreditavam profundamente nos “tempos quietos” deles, uma meditação praticada tanto pelos grupos, como pelos indivíduos, na qual se buscava a orientação de Deus para cada detalhe de suas vidas, grandes ou pequenos.
  Estas idéias básicas não eram novas: elas poderiam ser encontradas em outros lugares. Mas para nós, primeiros alcoólicos a contatar os Grupos Oxford, a salvação foi que eles davam grande ênfase a estes princípios. Afortunadamente para nós, os membros do Grupo tomavam um cuidado muito especial em não interferir com a visão religiosa pessoal de cada um. A sociedade deles, como mais tarde também a nossa, via a necessidade de ser absolutamente independente de qualquer religião.
  No final do verão de 1934, meu grande amigo alcoólico e colega de escola Ebbie, envolveu-se com estas pessoas e imediatamente ficou sóbrio. Sendo um alcoólico, podemos dizer do tipo obstinado, ele não conseguiu “comprar” todas as idéias e atitudes do Grupo Oxford. No entanto, ele se comoveu pela profunda sinceridade deles e sentiu-se muito agradecido pelo fato de que seus ensinamentos tinham, na ocasião, suspendido sua obsessão para beber.
  Quando voltou para Nova Iorque, no fim do outono de 1934, Ebbie pensou logo em mim. Num dia gelado de novembro, ele apareceu. Logo ele estava me olhando do outro lado da mesa da nossa cozinha na Clinton Street 182, Brooklin, Nova Iorque. Da forma como eu me lembro de nossa conversa, ele constantemente usava frases como “eu descobri que não conseguia dirigir minha própria vida”; “eu tive que ser honesto comigo mesmo e com mais uma pessoa”; “eu tive que fazer reparações por danos que eu causei”; “eu tive que rezar, pedindo a Deus força e orientação, mesmo não tendo a certeza que existisse qualquer Deus”; “e depois que eu tentei com determinação fazer todas estas coisas, descobri que minha obsessão pelo álcool tinha desaparecido”. Depois, repetidas vezes Ebby, dizia uma coisa semelhante a: “Bill, não é nem um pouco como se eu tivesse embarcado no vagão de água. Você não combate o desejo de beber – você simplesmente se livra dele. Nunca tive antes um sentimento assim.”
  Este foi o somatório do que Ebbie extraiu dos seus amigos do Grupo Oxford e me transmitiu naquele dia. Apesar destas idéias simples não serem novas, elas certamente me atingiram como toneladas de tijolos. Hoje nós compreendemos o porque disto – um alcoólico falando para outro, como mais ninguém pode.
  Duas ou três semanas mais tarde, no dia 11 de dezembro, para ser mais exato, eu me internei no Charles B. Towns Hospital, aquele famoso empório de enxugamento alcoólico, no Central Park West, na cidade de Nova Iorque. Eu já havia estado lá antes, de modo que eu conhecia e gostava muito do médico de plantão – Dr. Silkworth. Foi ele que em breve iria contribuir com uma grande idéia, sem a qual AA nunca teria surgido. Há anos ele afirmava que alcoolismo era uma doença, uma obsessão da mente ligada a uma alergia do corpo. Agora eu sabia que isto era para mim. Eu também compreendia que combinação fatal estes dois fatores podiam representar. É claro que eu, em outras ocasiões, tive a esperança de estar incluído na pequena porcentagem de vítimas que volta e meia escapavam da sua vingança. Mas desta vez até esta esperança tinha ido embora, eu estava perto do fundo do poço. Aquele veredicto da ciência – a obsessão que me condenava a beber e a alergia que me condenava a morrer – estava próximo de fazer a mágica. Foi aí que a ciência médica, personificada por este pequeno e bom doutor, encaixou-se no conjunto. Esta dupla verdade, nas mãos de um alcoólico falando com outro, era como um martelo rompendo na profundidade a dura couraça do ego alcoólico, deixando-o bem aberto para a graça de Deus.
  É claro que no meu caso, foi o Dr.Silkworth quem usava a marreta, enquanto meu amigo Ebbie me transmitia os princípios espirituais e a graça que me trouxe o súbito despertar espiritual, no hospital, três dias mais tarde. Eu imediatamente percebi que era um homem livre. E com esta assombrosa experiência, veio um sentimento de magnífica certeza de que um dia, um grande número de alcoólicos poderiam se aproveitar deste presente sem preço, que me foi concedido.
  Neste ponto, uma terceira linha de influência entrou em minha vida, através das páginas do livro de William James, Variedades de Experiências Religiosas. Alguém o havia trazido para meu quarto no hospital. No período seguinte à minha súbita experiência, o Dr. Silkworth tentava firmemente me convencer de que eu não estava alucinando. Mas William James fez mais. Não só, dizia ele, experiências espirituais podem conduzir pessoas à sanidade, mas também podem transformar homens e mulheres, de modo que possam fazer, sentir e acreditar coisas que antes eram impossíveis para elas. Não importa se estes despertares forem súbitos ou que sejam graduais; sua variedade pode ser quase infinita. Mas a principal mensagem daquele livro, era que na maioria dos casos descritos, estas pessoas transformadas eram gente sem qualquer esperança. Em alguma área de suas vidas, elas tinham encontrado a derrota total. Bem, isto era eu. Em completa derrota, sem mais esperança ou fé em nada, eu apelei para um Poder Superior. Eu tinha feito o primeiro Passo no nosso atual programa de AA: “ admitimos que éramos impotentes perante o álcool – que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas”. Também tinha feito o terceiro Passo: “decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus, na forma em que O concebíamos”. Foi desta forma que eu fui libertado. Foi tão simples, como tão misterioso
  Estas realizações foram tão estimulantes, que imediatamente fui compartilhá-las com os Grupos Oxford. Porém, para consternação deles, eu insisti em me devotar exclusivamente aos bêbedos. Isto incomodou os Grupos Oxford de duas maneiras: primeiro, eles queriam ajudar a salvar o mundo inteiro; segundo, seu resultado com bêbedos tinha sido muito fraco. Na hora em que eu os procurei, eles tinham acabado de trabalhar com um bando de alcoólicos que os havia desapontado completamente. Havia rumores, que um deles havia arremessado seu sapato através de uma valiosa janela de cristal da igreja episcopal que ficava em frente à Central dos Grupos Oxford. De forma que eles não foram benevolentes diante de minhas constantes declarações, de que não iria demorar muito o dia em que todos os bêbedos do mundo iriam ficar a sóbrios. Na realidade, eles afirmaram que meu orgulho ainda era imenso.
  Após uns seis meses de violentas exortações para um bando de bêbedos, que eu encontrei próximos às missões assistenciais e ao Towns Hospital, parecia que os membros dos Grupos Oxford estavam certos. Eu não havia trazido ninguém à sobriedade. Em nossa casa no Brooklin, nós sempre tínhamos alguns bebedores morando conosco, número que às vezes chegava a cinco. Minha valente esposa, Lois, uma vez chegou em casa do trabalho e encontrou três deles bastante embriagados. Os dois restantes estavam pior, cambaleantes. Apesar de acontecimentos como estes, terem de alguma maneira reduzido meus ímpetos, na realidade eu nunca perdi a convicção de que existia um caminho para a sobriedade. Apesar de tudo, havia um intenso foco de luz. Meu padrinho Ebbie agarrava-se precariamente à sua recém-encontrada sobriedade.   Qual a razão para todos estes fiascos? Se Ebbie e eu conseguíamos ficar sóbrios, por que todos os outros não conseguiam também? Alguns com quem tínhamos trabalhado, certamente queriam ficar bem. Nós especulávamos noite e dia porque nada havia acontecido com eles. Talvez eles não conseguissem manter a paz espiritual dos Grupos Oxford, dos quatro absolutos, de honestidade, pureza, generosidade e amor. De fato, alguns alcoólicos diziam que este era o problema. A agressiva pressão sobre eles, fazia-os voar alto como os gansos durante algumas semanas e depois desabar pesadamente. Eles se queixavam também, de outra forma de coerção – alguma coisa que o Grupos Oxford chamavam de “guiar os outros”. Um time de membros não-alcoólicos do grupo sentava-se com algum alcoólico e depois de um “tempo quieto”, vinha com precisas instruções de como o alcóolico deveria passar a dirigir sua própria vida. Em que pese toda nossa gratidão para com nossos amigos dos Grupos Oxford, isto é duro de engolir. Tudo isto, por certo, tinha a ver com as persistentes derrapagens que estavam acontecendo.
  Mas esta não era a causa integral da nossa falha. Depois de meses, eu percebi que o problema estava principalmente em mim. Eu havia me tornado muito agressivo, muito dono da verdade. Eu falava muito da minha súbita experiência espiritual, como se fosse alguma coisa muito fora de série. Eu desempenhava o duplo papel de professor e pregador. Nas minhas exortações, eu me esquecia completamente do lado médico da nossa doença e negligenciava o aspecto da necessidade de profunda deflação do ego, tão enfatizado por William James. Nós não estávamos usando a marreta médica, que o Dr.Silkworth tão providencialmente nos havia dado.
  Finalmente, um dia o Dr.Silkworth me trouxe de volta para meu real tamanho. Ele disse: “Bill, porque você não para de falar tanto sobre aquela sua luminosa experiência brilhante? Parece tão louco! Embora eu esteja convencido que somente uma ética melhor possa realmente ajudar os alcoólicos, eu acho que você está colocando o carro adiante dos bois. O fato é que alcoólicos não vão aceitar estas exortações morais, antes de se convencerem de que é necessário. Se eu fosse você, eu os abordaria primeiro com uma base médica. Apesar de nunca me ter trazido qualquer benefício o lhes contar como é fatal a doença que eles tem, pode ser uma história muito diferente se você, um ex-bebedor sem esperança, dê a eles estas más notícias. Devido à identificação que você naturalmente tem com alcoólicos, talvez você penetre aonde eu não consigo chegar. Conte-lhes primeiro a parte médica da coisa e faça-o com ênfase. Talvez isto os amoleça, a ponto de aceitarem os princípios que realmente vão lhes fazer bem”.
  Logo após esta histórica conversa, eu estava em Akron, Ohio, envolvido em um empreendimento comercial que não deu certo. Sozinho na cidade, eu escava morrendo de medo de ficar bêbedo. Eu não era mais um professor ou pregador, eu era um alcoólico que precisava de outro alcoólico, tanto quanto ele talvez estivesse precisando de mim. Pressionado desta maneira, logo eu estava face-a-face com  Dr.Bob. De imediato, ficou claro que o Dr.Bob sabia mais sobre coisas espirituais, do que eu. Ele também havia estado em contato com as pessoas do grupo Oxford, em Akron. Mas de alguma forma, ele simplesmente não conseguia ficar sóbrio. Seguindo o conselho do Dr.Silkworth, eu fiz uso do martelo médico. Eu lhe contei o que era o alcoolismo e como podia ser fatal. Aparentemente, isto fez acontecer algo dentro do Dr.Bob. Em 10 de junho de 1935 ele ficou sóbrio, nunca mais bebeu. Quando, em 1939, a história do Dr.Bob apareceu pela primeira vez, no livro Alcoólicos Anônimos, ele colocou um dos parágrafos em itálico. Falando comigo, ele me disse: “Muito mais importante foi o fato dele ser o primeiro ser vivo com quem falei, que conhecia o que falava sobre alcoolismo a partir de uma experiência pessoal”.  Dr. Silkworth na verdade forneceu o elo que faltava, sem o qual a seqüência de princípios hoje reunida nos nossos 12 Passos nunca poderia ter sido completada. Naquele lugar e naquele momento, aconteceu a centelha daquilo que um dia viria a ser Alcoólicos Anônimos.
  Durante os três primeiros anos que se seguiram à recuperação do Dr.Bob, nossos três grupos pioneiros em Akron, Nova Iorque e Cleveland cresceram e evoluíram com o assim chamado programa verbal, transmitido oralmente. Quando começamos a formar uma sociedade separada dos Grupos Oxford, começamos a formular nossos princípios mais ou menos assim:
   1.- Admitimos sermos impotentes perante o álcool.
   2.- Passamos a ser honestos conosco mesmos.
   3.- Passamos a ser honestos com outra pessoa, em confiança.
   4.- Fizemos reparações por danos causados a outros.
   5.- Trabalhamos com outros alcoólicos, sem visar prestígio ou dinheiro.
   6.- Oramos a Deus, para que nos ajudasse a fazer estas coisas da melhor maneira que nos fosse possível.
   Apesar destes princípios serem apregoados de acordo com a veneta e os gostos de cada um de nós, apesar de que em Akron e Cleveland eles ainda estivessem aferrados aos quatro absolutos dos Grupos Oxford de honestidade, pureza, altruísmo e amor, esta era a mensagem para qualquer alcoólico ingressante até 1939, quando foram escritos os nossos 12 Passos.
  Eu lembro bem da noite em que os 12 Passos foram escritos. Eu estava na cama, bastante desanimado, sofrendo uma das minhas imaginárias crises de úlcera. Quatro capítulos do livroAlcoólicos Anônimos havia sido rascunhado e lido em reuniões em Akron e Nova Iorque. Rapidamente descobrimos que cada um de nós queria ser um autor. As discussões sobre o que deveria entrar no nosso novo livro foram terríveis. Por exemplo, alguns queriam um livro puramente psicológico, cujo conteúdo penetrasse nos alcoólicos, sem assustá-los. Sobre o “assunto de Deus”, poderíamos deixar para lhes contar mais tarde. Alguns poucos, liderados pelo nosso maravilhoso amigo sulista Fitz M., queriam um livro bastante religioso, recheado de alguns dos dogmas colhidos junto às igrejas e instituições missionárias que haviam tentado nos ajudar. Quanto mais barulhentos estes argumentos, mais eu tendia para um meio-termo. Parecia até que eu não seria o autor do livro. Eu iria ser apenas um árbitro para decidir sobre o conteúdo dele. Isto não quer dizer que não houvesse um enorme entusiasmo pelo projeto. Cada um de nós estava tremendamente excitado pela possibilidade de receber nossa mensagem antes daqueles incontáveis alcoólicos que ainda não sabiam de nada.
  Tendo chegado ao capítulo quinto, parece que estava mais do que na hora de definir o que era na realidade nosso programa. Eu me lembro que passavam pela minha cabeça todas as palavras e frases que então se usavam. Juntando tudo, resultou nas seis que foram descritas acima. Depois surgiu a idéia, que nosso programa deveria ser descrito de forma mais definida e clara. Leitores distantes teriam assim uma série de princípios mais precisos. Conhecendo a habilidade dos alcoólicos em racionalizar, era preciso escrever algo incontestável. Não poderíamos deixar o leitor interpretar o que quisesse. Além disso, afirmativas mais completas iriam nos ajudar nos capítulos subsequentes, onde teríamos que mostrar exatamente como o programa de recuperação deveria ser feito.
  Comecei a escrever ao comprido numa bandeja amarela, destas bem baratas. Eu dividi o nosso programa verbal em pedaços menores, enquanto aumentava consideravelmente suas metas. Sem inspiração, como eu me sentia, fiquei surpreso em reunir em um curto espaço de tempo, talvez uma meia hora, um certo número de princípios, que ao serem contados, mostraram serem doze. E por alguma razão inescrutável, eu havia movimentado a idéia de Deus para o segundo Passo, bem lá na frente. Alem disso, eu citei Deus de forma muito liberal no meio dos demais Passos. Em um deles, eu até sugeri que o ingressante ficasse de joelhos.
  Quando este documento foi mostrado na nossa reunião de Nova Iorque, os protestos foram muitos e ruidosos. Nossos amigos agnósticos não aceitaram de modo algum a idéia de se ajoelhar. Outros disseram que estávamos falando demais em Deus. E de qualquer forma, porque doze Passos, ase nós só havíamos feito 5 ou 6? Vamos deixar isto continuar simples, disseram eles.
  Este tipo de discussão acalorada durou dias e noites. Mas dela resultou um gol para Alcoólicos Anônimos. Nosso contingente agnóstico, representado por Hank P. e Jim B., finalmente nos convenceu de que deveríamos facilitar as coisas para pessoas como eles, usando termos como um “Poder Superior” ou “Deus como o concebemos”. Estas expressões, que nós hoje conhecemos tão bem, demonstraram serem salvadoras da vida de muitos alcoólicos. Elas permitiram que milhares de nós iniciássemos  um programa, que não seria possível começar se tivéssemos deixado os Passos como eu os escrevi originalmente. Felizmente não houve mais outras mudanças no esboço original e o número de Passos continua sendo doze. Não podíamos imaginar que nossos 12 Passos fossem tão rápida e universalmente aprovados por clérigos de todas as religiões e até por nossos futuros amigos, os psiquiatras.

                             
Este pequeno fragmento de história deverá convencer até os mais céticos, que ninguém inventou Alcoólicos Anônimos.
                                                 AA apenas cresceu – pela graça de Deus

fonte: http://www.espacocomenius.com.br/espiritorigemdoze.htm

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Complexos



Somos tão complexos, tão voláteis, tão dramáticos, tão tão...tão humanos

E todos extravasamos tais "sentimentos", tais "pensamentos"

Extravasamos na busca da perfeição seja ela: profissional, familiar, aparência, caráter, ambição, exclusão.

Todos nos esforçamos pra encontrar um ícone, um modelo que nos mostre como sermos plenos

Plenamente alguma coisa

Ô vida!! como entender que somos apenas crianças e a nossa única plenitude é a do aprender

Aprender diariamente, constantemente...Aprender Enternamente





pra Refletir!!!

Ai galera, mais um incentivo...primeiro faço por mim...pra que eu não me esqueça, e que possa servir pra mais alguém...

EI O QUE VOCÊ QUER FAZER HOJE POR VOCÊ?

Eu por enquanto vou de musica.....solta o som DJ

SORRISO ABERTO


É
Foi ruim a beça
Mas pensei depressa
Numa solução para a depressão
Fui ao violão
Fiz alguns acordes
Mas pela desordem do meu coração
Não foi mole não

Quase que sofri desilusão (bis)

Tristeza foi assim se aproveitando
Pra tentar se aproximar
Ai de mim
Se não fosse o pandeiro, o ganzá e o tamborim
Pra ajudar a marcar (o tamborim)

Logo eu com meu sorriso aberto
O paraiso perto, pra vida melhorar
Malandro desse tipo
Que balança mais não cai
De qualquer jeito vai
Ficar bem mais legal
Pra nivelar
A vida em alto astral (bis)




CONSELHO

Deixe de lado esse baixo astral,
Erga a cabeça enfrente o mal,
Que agindo assim será vital
Para o seu coração.
É que em cada experiência
Se aprende uma lição.
Eu já sofri por amar assim,
Me dediquei, mas foi tudo em vão.
Pra que se lamentar
Se em sua vida pode encontrar
Quem te ame com toda força e ardor?
Assim sucumbirá a dor (tem que lutar).
Tem que lutar, não se abater
E só se entregar a quem te merecer.
Não estou dando nem vendendo,
Como o ditado diz.
O meu conselho é pra te ver feliz.

remédios!!!




Olá Galera

Há um tempo atrás assisti uma entrevista com um psiquiatra norte americano, que falava do tratamento de compulsões de comportamento, e na entrevista ele abordou a dependência quimica que afeta o comportamento do individuo.

Ele discordava quando algumas pessoas afirmam que quando um dependente quimico deixa de usar drogas e passa a tomar remédios ele está trocando um vicio pelo outro

A justificativa dele era mais ou menos assim:

"Uma pessoa que tem uma doença cronica como diabetes, precisa tomar a insulina e ter uma mudança no hábito de vida para controlar a sua doença.

No caso da dependência química que é um desequilíbrio causado nos hormônios do cérebro, quando é feito o uso de medicamentos, a intenção é regular esses hormônios, claro que o sucesso do controle da doença estará ligado também a mudança de hábitos do doente em si.

Porém existem casos e casos, e se o dependente quimico precisa do remédio para manter seus hormonios equilibrados, não interpreto como vicio, afinal ele toma remédios para conseguir ter uma vida normal, assim como o diabético toma insulina para controlar sua glicose.

Pior seria se ele continuasse a viver em desequilíbrio trazendo prejuízos a si mesmo e a sociedade"

Lembro que o Du, viu essa entrevista e ficou entusiasmado como se tivesse achado a "cura"...rs...mais sabemos que vai além, assim como o diabético a insulina apenas controla a glicose, o diabético que não mude seus hábitos alimentares e de vida pra ver...vai la e detona uma barra de chocolate achando que a insulina é a "cura" pra sua doença...rs...sabemos que não é assim que rola

No meu "achismo", quanto mais ferramentas utilizarmos pra nos ajudar com uma dificuldade melhor.

Então aos dependentes químicos, aos codependentes, quais ferramentas temos disponíveis para nos auxiliar a viver de forma melhor?

- apoio médico
- apoio psicológico
- apoio emocional
- apoio espiritual

Não apostem apenas em um, explorem todas as ferramentas, quanto mais conhecimento, mais fácil será de solucionarmos nossos conflitos, e mais chances teremos de sairmos vitoriosos só por hoje.

Vejo isso na pratica agora fazendo a faculdade EAD..rs...temos várias formas de estudar, lendo, ouvindo, assistindo, interagindo, questionando.

Alguns desses caminhos se adaptará melhor a minha rotina, entretanto não explorar os demais é um desperdício muito grande, pois neles eu poderei encontrar uma resposta a qual no outro caminho pra mim ela não aparece

Convido a todos vamos explorar as possibilidades com a mente aberta, boa vontade e pés no chão.

A CURA É DIÁRIA SEMPRE

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

aaaaa não...chega né

Cansada de buscar respostas

Cansada de tentar achar soluções

Tô afim de viver apenas de viver....

Os se ou porquês..já me cansaram

E ainda assim...acontecem coisas...que são inacreditáveis...e me questiono porque?

Deus do céu...que esse monte de porque e será vão tudo pra PUTA QUE PARIU

E QUE DE UMA VEZ POR TODAS..EU APRENDA A VIVER...O SÓ POR HOJE..

Me ajude a não querer entender mais nada...e que eu simplesmente viva...e que seja simples...o caminho

Obrigada por me ouvires

Temáticas e Palestras


Bom dia galera

Sem muitas novidades, apenas divulgando as palestras e temáticas que acontecerão nos grupos Amor Exigente e Naranon aqui em São Paulo.

Ótima oportunidade de aprendizagem 


O grupo AE-Êxodo Ipiranga
receberá na próxima quinta-feria (dia 20/fev), às 20hs, 
a companheira Sônia Porto (familiar AE)
para a apresentação do tema:     Por que eu?

Temáticas Grupo Naranon com adictos em recuperação

Grupo Luz da Lapa - Rua Alfonso Sardinha, 82 - dia 23/02 as 18:00hs palestrante Guilherme

Grupo Oratorio - Rua do Oratório, 3712 - dia 26/02 as 20:00hs palestrante Marcos


Fiquem com Deus




segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

recarregando energias: CURTINDO UM SOM

Se o medo e a cobrança, tiram minha esperança,
tento me lembrar, de tudo que vivi,
e o que tem por dentro, ninguém pode roubar.

Descanso agora, pois os dias ruins, 
todo mundo tem,
já jurei pra mim, não desanimar.
E não ter mais pressa, 
pois sei que o mundo vai girar,
o mundo vai girar, 
eu espero a minha vez.

O suor e o cansaço fazem parte dos meus passos,
o que nunca esqueci é de onde vim,
e o que tem por dentro, ninguém pode roubar.

Descanso agora, pois os dias ruins, todo mundo tem,
já jurei pra mim, não desanimar.
E não ter mais pressa, pois sei que o mundo vai girar,
o mundo vai girar, e eu espero a minha vez.

E eu não tô aqui pra dizer o que é certo e errado,
ninguém tá aqui pra viver em vão.
Então é bom valer a pena, então é pra valer a pena,
ou
melhor não.

Os dias ruins, todo mundo tem,
já jurei pra mim, não desanimar
E não ter mais pressa, pois sei que o mundo vai
girar,
o mundo vai girar, e eu espero a minha vez.


fases da Vida na dependência Quimica: TUDO PASSA




Vivo a minha recuperação, quem eu amo está na ativa

Vivo a minha recuperação, quem eu amo também vive a dele

Vivo enlouquecida(o), quem eu amo está enlouquecido (a) tanto quanto eu

Vivo enlouquecida(o), quem eu amo está em paz buscando sua recuperação.

Já passei pelas três primeiras...rs...a última posso dizer que não

São fases, passam, como vive-las? Como supera-las?

Vivo a minha recuperação, quem eu amo está na ativa

Posso dizer que estou nessa fase, acredito que sempre quando existe a droga no meio, as vezes o caos se aproxima ameaçando tomar conta, vivemos situações um tanto quanto desgastantes.
O que tenho feito:
- Parado de me cobrar, de que devo agir assim ou assado
- Presto atenção aos meus sentimentos e os respeito, eu não vou sair pra uma festa se estiver triste e afim de ficar jogada na cama aquele dia, só entendo que aquele dia é só aquele dia, uso o momento pra extravasar minhas angustias e no momento de alivio, me reergo da cama e mãos a obra que a vida ta la fora
- Busco fazer projetos o qual dependa apenas de mim realizar
- Busco viver momentos agradáveis
- Me apego muito com Deus, converso bastante, e aguardo que no mais lhe será revelado

Vivo a minha recuperação, quem eu amo também vive a dele

Já vivi alguns meses dessa fase...rs...pouco tempo...kkk mais vivi

É algo maravilhoso, enche nosso coração e nos faz pensar, valeu a pena tudo até hoje, cada alegria, cada lágrima, valeu a pena...
Sim nos sentimos nas nuvens, mais minha experiência diz..pra mim..rs..pés no chão garota, espere, observe, calma...planos...se possível mantenha os planos de forma que dependa apenas de você realizar, acredite sempre, tenha esperança sempre, mais cuidado pra não se autoenganar, se vierem comportamentos de recaída, não se desespere, mais também não cegue, busque ajuda e se fortaleça, se apegue com Deus, continue a viver sua vida...se acontecer, você não despenca de tão alto, e se não acontecer a vida continua

Vivo enlouquecida(o), quem eu amo está enlouquecido (a) tanto quanto eu

Vixi vivi uns 6 anos assim....rs..é horrivel...portanto aconselho a quem está em estado de desespero, busque ajuda...em grupos, psicólogos, religião, aonde for, MAS BUSQUE AJUDA PRA VOCÊ, mesmo que o outro não queira...

Vivo enlouquecida(o), quem eu amo está em paz buscando sua recuperação.

Essa fase ainda não vivi, mais o que posso dizer das experiências que já ouvi é que, se seu ente querido está bem, relaxe, vá curtir sua vida, não adianta querer montar guarda, ou vigiar os passos dele, ele recair ou não independe de você...VAI SER FELIZ...procure ajuda vc também.

É isso...e SÓ POR HOJE...sempre AFINAL TUDO PASSA